quinta-feira, 17 de julho de 2008

ISRAEL 60 ANOS, A REALIZAÇÃO DA UTOPIA SIONISTA



Há sessenta anos a ONU dava um novo destino à Palestina, idealizando a criação de dois estados, um judeu e outro muçulmano. Nascia o Estado de Israel, que trazia uma luz sobre o estigma da sombra do holocausto. Conflitos deflagrados entre a nova nação e as nações árabes da região, fizeram com que só o estado judeu prevalecesse.
A Segunda Guerra Mundial ainda ardia na lembrança das pessoas, com o seu fim, em 1945, ficou um saldo de 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas. O mundo apercebeu-se da necessidade da criação de um estado judeu, restituindo a este povo uma indenização histórica devida às perseguições e ao genocídio que sofreram ao longo dos séculos. Seguindo o lema sionista “uma terra sem povo para um povo sem terra”, criou-se o estado judeu, que contrariamente a este lema, encontrou uma terra com uma população disseminada de palestinos, que com a chegada em massa dos judeus, com as guerras que se seguiram, resultou a este povo uma grande tragédia individual e coletiva, sustentada por ódios seculares.
Israel surgiu do conceito utópico do movimento sionista de Theodore Herzl, dentro de todas as catástrofes sofridas pelo povo hebreu no século XX, é um exemplo de como esta utopia superou os sofrimentos, a intolerância, o genocídio, e tornou-se uma realidade, talvez a única utopia bem sucedida no século passado. O jovem Estado de Israel, na sua comemoração de 60 anos, é um dos estados mais desenvolvidos do mundo, moderno, com mais de 6 milhões de habitantes, mas que ainda procura uma identidade, visto que foi formado por pessoas vindas de todas as partes do mundo, inseridas nos mais diversos costumes. Nesta busca por uma identidade, terá que aprender a conviver com os vizinhos da região, formada pelos árabes. Ainda há muitas arestas do ódio a ser limadas, para que se comemore verdadeiramente a criação desta nação e a volta dos hebreus à terra prometida, à terra dos seus antepassados.

Os Hebreus na Palestina

Abraão, considerado o pai das grandes religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo), teria migrado de Ur, sua terra natal, na Mesopotâmia, por ordem de Deus, para a região habitada pelos cananeus, situada entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo. À sua prole foi prometida habitar toda a terra. Do seu filho Isaac, fruto que teve com a mulher Sara, surgiria o povo hebreu, e do filho Ismael, que teve com a sua escrava Hagar, surgiria os ismaelitas, dos quais surgiria o povo árabe.
As escrituras bíblicas relatam que Abraão, provado por Deus, recebeu a ordem de executar o filho Isaac em honra ao Criador. O holocausto de Isaac seria no afloramento de rocha no monte Moriá. Quando já se preparava para nesta rocha sacrificar o filho, foi impedido por um anjo enviado por Deus. Provados o amor e a fidelidade de Abraão a Deus, ele foi recompensado, tornando-se o pai de nações e de religiões. Este relato mostra a presença mais antiga dos hebreus na Palestina.
Os netos de Isaac, os doze filhos de Jacó, teriam migrado para o Egito por volta de 1300 antes de Cristo, devido à fome que assolava a Palestina. José, um dos filhos de Jacó, abandonado quando criança pelos irmãos, ali vivia, a desfrutar dos favores do faraó. Restabelecida a amizade com os irmãos, José possibilitou que o clã vivesse confortavelmente no Egito. Com a morte de José, algumas gerações depois, os hebreus seriam feitos escravos do faraó Ramsés.
Moisés, o grande profeta de Israel, foi o escolhido para livrar os hebreus da escravidão no Egito, conduzindo-os em uma das maiores sagas da humanidade. Da fuga do Egito, da perambulação no deserto do Sinai por quarenta anos, surge a utopia da terra prometida de Canaã. É através de Moisés que Deus transmite as leis que os judeus deveriam cumprir para que se diferenciassem dos outros povos, tornando-se o povo eleito do Criador. Moisés morreu antes de entrar na terra prometida. Coube a Josué conduzir o seu povo, que lutou com várias tribos por aquelas terras. De 1220 a 1200 a.C. os hebreus conquistaram Canaã, atual Palestina. Uma vitória que nunca foi absoluta, pois viviam em guerras constantes com as tribos vizinhas dos moabitas, dos filisteus, dos amonitas, dos amalecitas, dos idumeus e dos arameus.
Na virada do primeiro milênio antes de Cristo, o rei Davi conquistou Jerusalém aos seus habitantes originários, os jebuseus. É nesta época que o rei dos judeus compra ao jebuseu Onã, o terreno onde Abraão sacrificaria Isaac, para que ali fosse construído um templo para abrigar a Arca da Aliança. Este templo só seria construído no reinado do seu filho, o rei Salomão.
A nação hebraica tem o seu apogeu tanto econômico, quanto em extensão territorial, no reinado de Salomão. Após a morte deste rei, o reino é dividido em dois: o de Judá e o do Israel. Assim permanece até a sua queda, quando os caldeus, sob o comando de Nabucodonosor, conquistaram a terra prometida, destruindo o Templo de Salomão, levando os judeus como escravos para a Babilônia, encerrando-se de vez a existência de um estado judeu independente. Os judeus só voltariam à Terra Prometida em 515 antes de Cristo, quando os persas conquistaram a região, e o rei Ciro permitiu que retornassem e que reconstruíssem um novo Templo em Jerusalém.
Mesmo de volta à Palestina, os judeus permaneceram sob o domínio de vários povos. Os macedônios, sob a espada de Alexandre, o Grande, conquistaram a região aos persas. Com a morte prematura de Alexandre, seu vasto império é dividido entre os seus generais. Por anos o antigo reino de Israel é disputado pelos ptolomeus, baseados no Egito, e pelos selêucidas, baseados na Mesopotâmia. Sem ter um rei, os judeus eram direcionados pelo sumo sacerdote em Jerusalém, que assumia algumas funções reais.
Mesmo sob o domínio de vários povos, os hebreus não aceitam pacificamente nenhum dos povos dominantes, mantendo a sua religião e os seus costumes. É assim com os gregos e, a seguir, com os romanos. Quando a região é dominada pelos romanos, é dado a Herodes o poder de rei dos judeus. Este homem, um rei cruel e tirano, tentou conciliar o poder submisso a ele, por sua vez submisso a Roma, com as tradições judaicas, ampliando o Segundo Templo, aumentando os seus alicerces pela construção de gigantescos muros de retenção a oeste, ao sul e a leste. O Templo foi uma das mais belas realizações do mundo antigo. Herodes alçou Israel a um nível de esplendor poucas vezes alcançado pela nação hebraica. Mas os seus feitos não foram suficientes para conter as insubordinações de um povo que ansiava por uma nação livre do domínio dos gentios e dos seus costumes pagãos. Com a morte de Herodes, a incompetência dos seus sucessores durante nove anos, fez com que Roma colocasse a Judéia sob o governo direto de um procurador romano, entre eles Pôncio Pilatos.
Sob o domínio das várias nações, surgiu aos hebreus a expectativa das promessas da vinda de um messias, que redimiria o povo de Israel, tornando-o uma nação livre outra vez, sob um reinado que se estenderia para sempre, e, conseqüentemente, redimir-se-ia através dos judeus, o próprio mundo. Na época do domínio romano, vários foram os homens que se proclamaram o messias, entre eles Yeshua Ben Yossef, ou Jesus Cristo, cuja pregação resultaria na seita dos cristãos, e futuramente, no cristianismo.
A intensa expectativa messiânica, juntamente com a certeza de ser o povo eleito de Deus desde os primórdios da história, fizeram com que o povo hebreu acirrasse a sua rebelião contra os romanos, que deflagraria a guerra total. No ano de 66, os judeus expulsaram os romanos, tornando-se senhores das suas próprias terras, organizando a sua defesa contra o retorno dos algozes. Sob o comando de Tito, eles voltariam, trazendo uma guerra sangrenta, que reduziria os redutos dos judeus a algumas fortalezas longínquas e à cidade de Jerusalém. A resistência feroz que os romanos encontraram, fez com que, em setembro de 70, quando finalmente entraram em Jerusalém, após seis meses de lutas intensas, despejassem todo o seu ódio sobre aquele povo, massacrando a população. Tito ordenou que toda a cidade fosse destruída, inclusive os escombros do Segundo Templo. Calcula-se que mais de um milhão de pessoas morreram no cerco de Jerusalém, sendo escravizados os sobreviventes. Um grupo de rebeldes ainda resistiu na fortaleza de Massada. Quando finalmente os romanos entraram em Massada, encontraram quase mil pessoas mortas, elas mataram-se umas as outras, evitando assim, tornarem-se escravas dos romanos.
Com a destruição de Jerusalém e do Segundo Templo, iniciava-se a diáspora pelo mundo do povo hebreu. Cerca de sessenta anos após a queda de Massada, Simeon ben-Koseba foi reconhecido pelo rabi Akiba como o messias prometido. O novo “messias” iniciou uma outra rebelião contra os romanos, que apesar de ter êxito no início, duraria dezoito meses, até agosto de 135. A rebelião foi esmagada e Simeon ben-Koseba executado. A punição a esta rebelião foi severa, os judeus cativos eram mortos ou feitos escravos. A Judéia foi definitivamente abolida, tornando-se a província da Síria-Palestina. Todos os judeus foram excluídos da cidade de Jerusalém. No local do Templo, foram erguidos santuários ao imperador Adriano e ao deus Júpiter.

Canaã, Judéia ou Palestina, a Terra Sagrada das Religiões Monoteístas

No século VII surgiu o islamismo, através do profeta Maomé, um descendente de Ismael, filho de Abraão. Em 620, Maomé teve uma visão, na qual cavalgava um corcel celestial, el-Buruq, com o anjo Gabriel, até o monte do Templo, em Jerusalém, para encontrar Abraão, Moisés e Jesus, e daí ascendia ao trono de Deus, passando pelos sete céus. Maomé morreu na Arábia, em 632, após liderar uma peregrinação a Meca. Pela visão que teve, para o islamismo a sua ascensão aos céus teria sido feita no monte do Templo, da rocha onde Abraão sacrificaria o filho Isaac. Por este motivo, ao lado de Meca e Medina, Jerusalém foi considerada cidade sagrada para os muçulmanos.
Foi em Jerusalém que Jesus Cristo entrou, celebrou a Páscoa com os seus apóstolos, onde foi preso, julgado e executado na cruz, no ano 26 (ou 33 do calendário gregoriano). Ali teria ressuscitado e numa descrição parecida com a visão de Maomé, também teria ascendido aos céus. Com a separação do cristianismo do judaísmo, Jerusalém tornou-se uma cidade santa também para os cristãos.
Com a diáspora do povo judeu, surgiu a designação de Palestina às terras do antigo reino de Israel, ou Judéia. Com a cristianização de Roma, Jerusalém esteve por anos sob o domínio do Império Bizantino. Sendo chamada pelos cristãos de Terra Santa. Com o surgimento do islamismo, a Palestina é tomada pelos seguidores do profeta Maomé. Desde então, aos poucos, a maioria da sua população é constituída por árabes. Na Idade Média, a igreja, aliada aos nobres dos reinos cristãos da Europa, promove as Cruzadas, ou guerras para a conquista da Terra Santa. Os cruzados tomam Jerusalém e a Palestina aos sarracenos por várias vezes, originando várias cruzadas. Por fim, a região cairia definitivamente sob o domínio do Império Otomano.

O Surgimento do Estado de Israel

No século XIX, surgiu a utopia de um estado judeu, propagada pelo movimento sionista, com o objetivo de reunir o povo hebreu que estava espalhado pelo mundo, vítima de várias perseguições através dos séculos. Durante a Idade Média, os filhos de Israel foram expulsos de muitos dos reinos cristãos da Europa, além de se tornarem o alvo predileto do Tribunal da Inquisição, que resultou em forçadas conversões, torturas e condenações à morte nas fogueiras. No início do século XX a idéia do estado judeu começou a desenhar um esboço, e com o incentivo do movimento sionista, deu-se início a uma migração para a Terra Santa. Em julho de 1906, na Convenção dos Judeus de Yafo, feita no Yeshurun Club, Arieh Akiva Weiss, que tinha acabado de chegar à Palestina, propôs a criação de um novo bairro fora de Yafo. Em 1909, no segundo dia da Páscoa judaica, é feita a cerimônia do sorteio de lotes de terra, que marca oficialmente a fundação de Tel Aviv, bairro que se iria separar de Yafo, tornando-se a maior cidade judaica do mundo.
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o já decadente Império Otomano fragmenta-se por completo. A Inglaterra herda deste império a Palestina e a península do Sinai (hoje parte do Egito), tomando-os como uma colônia britânica. A população árabe, maioria na região, não reagiu pacificamente à colonização européia. Também os judeus, que chegavam todos os dias de todas as partes do mundo, desejavam um estado judaico independente.
O movimento sionista pregava que só um estado judeu poderia evitar as perseguições e as tragédias como as que aconteceram durante o tempo que predominou a Inquisição. Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, uma outra tragédia aconteceria aos israelitas: o holocausto promovido pelos nazistas, causando a morte de seis milhões de judeus. Por causa do holocausto, uma migração em massa dos israelitas europeus assolou a Palestina. Diante da divulgação do genocídio nazista ao povo judeu, o mundo indignou-se, a ONU viu-se pressionada a reparar a injustiça nazista. A Inglaterra deixava definitivamente a colônia da Palestina. Em 14 de maio de 1948, os judeus ganharam um estado independente. Nascia também um pequeno estado árabe, que descontentou os islâmicos.

Uma Nação Construída às Margens das Guerras e do Terrorismo

A criação de um estado judaico nunca agradou aos países árabes vizinhos. Mais do que criar um estado para o povo palestino, Jordânia, Síria e Egito estavam interessados em “varrer Israel para o mar”. Em 1948, 24 horas após ter sido criado, o Estado de Israel é invadido pelas nações árabes da Jordânia, Egito, Síria, Líbano e Iraque. A Jordânia conquista para si a Cisjordânia e parte de Jerusalém. Israel, com o apoio dos Estados Unidos, em 1949, vence a guerra e ainda expande as suas fronteiras. A anexação da Cisjordânia pela Jordânia e da Faixa de Gaza pelo Egito, deixa claro que a criação de um estado palestino não é o objetivo dos países árabes da região.
Os conflitos não se encerram em 1949. Egito, Jordânia e Síria proclamam internacionalmente, em 1956, o fim de Israel. Alertado para uma nova invasão, pouco antes de ela acontecer, tropas israelitas avançam e derrotam os inimigos. Uma paz passageira é obtida meses depois. Perduraria até 1967, quando novamente Egito, Síria e Jordânia lideram uma nova invasão para riscar Israel do mapa. Israel contra-ataca e toma da Jordânia, a Cisjordânia e Jerusalém. Da Síria anexa as colinas de Golã. Do Egito toma a Faixa de Gaza e a península do Sinai.
Outra investida do Egito, Jordânia e Síria foi tentada em 1973, desta vez sem que os países árabes anunciassem a invasão, mas novamente são derrotados.
A animosidade e a tensão com o Egito findaram, quando em 1978, após uma reunião em Camp Davis, foi assinado um acordo de paz entre as duas nações em 1979, chancelado por Anwar Al-Sadat, do Egito, e Menachen Béguin, de Israel. Este acordo possibilitou que Israel devolvesse a península do Sinai ao Egito, em 1982, mas custou o assassínio de Sadat, em 1981. Em 1994 um acordo de paz foi assinado com a Jordânia.
O maior avanço para solucionar o problema dos palestinos foi feito em 13 de setembro de 1993, com o acordo de paz entre Israel e a OLP de Yasser Arafat, o que valeu o Prêmio Nobel da Paz em 1994, para Yasser Arafat, Yitzak Rabin e Shimon Perez . A situação do conflito árabe-israelense tomava novos rumos, até então considerados inimagináveis. Com o acordo, vislumbrava-se a criação do estado palestino, engatinhando como nação em Gaza e no enclave de Jericó. Em 1995 radicais judeus assassinaram Yitzak Rabin. Em 2000 uma nova infantada palestina originou ataques terroristas, deixando mais distante o sonho de paz entre os dois povos, e a autodeterminação do estado da Palestina. A situação é agravada pelas dificuldades financeiras do incipiente estado palestino, pelos ataques dos grupos extremistas, quer de judeus, como a Espada de Davi, quer de islâmicos, como o Hamás e a Jihad Islâmica, que não aceitam sequer a existência do Estado de Israel, e pela disposição de Israel implementar, no futuro, a completa devolução da Cisjordânia.

Israel, 60 Anos

Israel é um estado diferente dos outros, não se formou naturalmente, não se desenvolveu gradualmente ao longo dos séculos, em redor de uma mesma população e de uma mesma história. Quando foi criado, em 14 de maio de 1948, era um pequeno país atrasado, com uma população de cerca de 600 mil judeus, que dependia para sobreviver, da generosidade do judaísmo mundial. 60 anos depois, é um país industrializado, tendo um PIB mais elevado que a soma dos PIB de todos os seus vizinhos árabes, que têm uma população 15 vezes superior ao estado judeu.
Israel desde que foi criado, viveu sempre no limiar da sua sobrevivência, passando por quatro guerras, vários atentados terroristas, e muitas hostilidades dos vizinhos. Para desenvolver e assegurar um futuro a esta nação, é preciso uma integração progressiva com os vizinhos árabes, uma capacidade maior para negociar a paz, e, principalmente, fazer uma integração irrestrita e bem sucedida de todos os cidadãos árabes que habitam o seu território. Quem sabe assim, quando completar 70 anos, a utopia sionista tornada realidade, veja finalmente a paz florir sobre Israel.

7 comentários:

Anônimo disse...

Israel querer paz? Dificil. Enquanto não conquistarem toda a região da cisjordânia eles não descansarão, não abrirão mão de nada, não negociarão e ainda se acham na razão. O holocausto não justifica a violência a crueldade e o egoísmo dos judeus para com seus vizinhos e principalmente para com os palestinos, que tem o mesmo direito sobre esta terra.

Anônimo disse...

E ser arrancado de suas casas por todos os povos mais diversos, por diversas vezes e epocas não é relevante?
Quantos povos foram escravisados e aniquilados, ja não existem mais.
O povo de Israel não quebra com facilidade, ainda existe, logo a terra é deles.
Shalom Israel. Shalom Jerusalem!
Que o Deus dos Exércitos de Israel te de a Paz, Bichinho de Jacó.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com a postagem em favor do povo judeu e como pode o povo árabe, tendo tanto território ainda assim querer tomar o estado de Israel? Fica ainda outra pergunta: porque o povo árabe não sede território para os palestinos?

Anônimo disse...

Israel tem direito a totalidade de seu território, os palestinos são descentes dos seus vizinhos, não tem nada que ficar exigindo terras na faixa de Gaza, eles que retonem para suas terras e deixem Israel viver em paz.

Marechal disse...

Devemos fazer justiça histórica aos ciganos. Vamos devolver a India pros ciganos e perseguir e exterminar os indianos que expulsaram os indianos. Vamos expulsar os brasileiros de origem européia que vieram e tomaram a terra dos povos indigenas! Vamos devolver os EUA para os apaches, komanches, etc... Pelo amor de D'us! Esse argumento de povo sem terra e terra sem povo nunca foi um bom argumento para se criar um estado que hoja massacra os palestinos. Façamos então justiça histórica aos ciganos, indios, negros, etc.

Marechal disse...

Por outro lado, agora que os judeustem seu estado, o melhor a ser feito é um tratado e negociação de paz entre os dois povos, judeus e palestinos. Ninguém aguenta mais essa guerra!

Cristiane Serruya disse...

Me debrucei sobre as Flores do Mal de Baudelaire e avistei esta florida pastagem de palavras de Jeocaz que conduzem à esperança de um caminho a ser sombreado pela tolerância.

Lindo! Parabéns e obrigada pela bela mensagem.

Você escreveu algum artigo sobre a demência terrorista que nos assola ultimamente? Se puder me passar o link, gostaria de ler.

Cristiane